sábado, 30 de novembro de 2013

Cruzeiro quer voltar a vencer no Brasileiro para festa ser completa domingo




Contra o Bahia, no próximo domingo, às 17h, no Mineirão, o Cruzeiro fará a sua última partida ao lado da torcida em 2013. O estádio foi um aliado da equipe tanto no aspecto técnico como financeiro, pois além do ótimo rendimento dentro de campo, com 93% de aproveitamento, o estádio também teve papel importantíssimo para alavancar as receitas do clube.
Com a volta do Mineirão, o Cruzeiro pôde investir no programa sócio torcedor e, hoje, já conta com quase 46 mil associados. Além disso, a renda proporcionada pela bilheteria nos jogos do clube como mandante, na temporada, a maioria deles no 'Gigante da Pampulha', é superior a vários acordos comerciais.
Os dirigentes celestes trabalham com a ideia de ter faturado pelo menos 60% dos mais de R$ 36 milhões, valor bruto das rendas, o que significa que ao menos R$ 22 milhões entraram nos cofres celestes.
O cruzeirense também teve papel importante no projeto sócio torcedor, que já proporcionou ao clube mais de R$ 30 milhões até o momento. O gasto com despesas do programa é de 20%, o que representa um faturamento de R$ 24 milhões com os associados. Ou seja, o torcedor já gerou em lucros pelo menos R$ 46 milhões ao Cruzeiro. Este número é muito superior ao patrocínio master  da equipe, por exemplo, que está na casa dos R$ 12 milhões.

O diretor de Marketing do Cruzeiro, Marcone Barbosa, destaca a participação da torcida pelo sucesso em 2013. "O torcedor cruzeirense foi, nessa temporada, o nosso principal investidor e patrocinador. Os números que arrecadamos com bilheteria e sócio do futebol superaram os diversos contratos de patrocínio, publicidade e até mesmo televisão", disse Marcone Barbosa.


(Fonte: Uol)




Vamos jogar em casa, diante da torcida, e ninguém quer perder, independente de ser festa. Vamos respeitar e fazer de tudo para fechar essa festa com os três pontos”
(Ricardo Goulart)
Para Dagoberto, embora o objetivo seja vencer, um resultado negativo contra o Tricolor Baiana não significará água no chopp do Cruzeiro.
- Nós já fomos campeões. Já conquistamos. Não tem gosto a mais ou a menos. Os problemas dos outros são dos outros. Vamos jogar com o mesmo empenho e dedicação. Somos profissionais e estamos trabalhando para isso. Quando chegarem as férias é outra coisa. Mas, por enquanto, não.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

ESQUADRÃO IMORTAL – CRUZEIRO 2003



Grandes feitos: Campeão Brasileiro (2003), Campeão Invicto da Copa do Brasil (2003) e Campeão Mineiro Invicto (2003). Primeiro e único clube do Brasil a conquistar a Tríplice Coroa (Torneio Nacional, Copa Nacional e Campeonato Estadual) em uma mesma temporada.

Time base: Gomes; Maicon (Maurinho), Cris (Luisão), Edu Dracena e Leandro; Maldonado, Augusto Recife (Felipe Melo), Zinho (Wendel / Martinez) e Alex; Aristizábal (Mota) e Deivid (Márcio Nobre). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.



“Um craque. Um elenco de talento. E uma coroa para a eternidade.”

Até o ano de 2003, nunca um clube brasileiro havia conseguido a proeza de vencer, em uma só temporada, todos os principais torneios da “era moderna” disputados em solo nacional: o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e o Campeonato Estadual. Muitos haviam passado perto, outros sucumbiram em retas finais e a maioria não mostrava planejamento, organização e elenco suficientes para ser tão regular por um ano inteiro. Não até o Cruzeiro de 2003 encantar a todos e vencer simplesmente tudo, com um time composto por “22 titulares”, uma organização bem feita, um técnico estrategista e no ápice de seu talento e um craque irresistível em campo: o meia Alex, que já havia tido destaque no Palmeiras do final da década de 90 e teve, em 2003, seu melhor ano na carreira ao conduzir com maestria um time com várias ferramentas, várias possibilidades, várias maneiras de jogar. Luxemburgo montava sua equipe de acordo com o adversário, usava e abusava da força do Mineirão e deixava Alex reger a orquestra azul em campo. No começo do ano, veio o Campeonato Mineiro, fácil, fácil. Depois, a Copa do Brasil (ambos invictos). E a cereja do bolo foi o inédito Campeonato Brasileiro, o primeiro na história disputado por pontos corridos, com uma campanha de encher os olhos, com 100 pontos ganhos em 46 jogos, mais de 100 gols marcados e aproveitamento superior a 70%. É hora de relembrar.




As peças certas nos locais certos




Depois de uma década inesquecível nos anos 90, quando ganhou pelo menos uma taça por ano, o Cruzeiro iniciou os anos 2000 vencedor, mas sem troféus de peso. Em 2002, o clube levou a Copa Sul-Minas e o Supercampeonato Mineiro, mas as principais competições do ano passaram longe da Toca da Raposa. Com isso, o time decidiu reforçar o elenco com contratações pontuais e certeiras que serviriam como munição para o técnico Vanderlei Luxemburgo aprontar das suas. O clube trouxe o lateral direito Maurinho, o meia Martinez, os atacantes Aristizábal, Mota e Deivid e o zagueiro Edu Dracena, além de outras peças para compor um elenco que já era muito bom, com o goleiro Gomes, o ala esquerdo Leandro, os meio campistas Maldonado, Wendell e Zinho e o craque Alex. Com mais de um bom jogador para cada posição, Luxemburgo tinha em mãos um dos maiores e melhores plantéis do país, que iria dar liga muito em breve.



Campeão do Brasil invicto

O Cruzeiro liquidou o Flamengo ainda no primeiro tempo, venceu por 3 a 1, e garantiu o tetra da Copa do Brasil.


Pintando o campeão…

O jogo era na Vila. O adversário era o Santos. Mas do outro lado tinha o Cruzeiro. Vitória azul por 2 a 0.


Novo nocaute

No Mineirão, o Cruzeiro voltou a vencer o Santos, 3 a 0, e encaminhou de vez o título brasileiro.


Campeão!

Com a vitória sobre o Paysandu, o Cruzeiro celebrou a Tríplice Coroa. Para a história.

Primeiro título nacional: veja paradeiro dos campeões com o Cruzeiro em 1966





Apenas em dezembro de 2011, a CBF unificou os títulos nacionais conquistados pelos clubes antes do Campeonato Brasileiro de 1971. Porém, um grupo de ex-jogadores celestes já carregava o sentimento de ter dominado o país décadas antes. Na Taça Brasil de 1966, o Cruzeiro encantou o Brasil ao derrotar o Santos, de Pelé, com goleada por 6 a 2 no Mineirão e vitória por 3 a 2 no Pacaembu. O triunfo rendeu o primeiro título nacional do clube.



Confira detalhes do título do Cruzeiro na Taça Brasil de 1966



PALAVRA DO JORNAL A GAZETA ESPORTIVA: A capital mineira comemora delirantemente a grande vitória do Cruzeiro. Populares festejam pelas ruas e a grande alegria deverá prolongar-se por muito tempo. O governador Israel Pinheiro receberá amanhã à noite, em praça pública, a delegação do time alvi-celeste, promomovendo a entrega das faixas de campeão brasileiro (Publicado na edição do dia 8/12/1966)

RESUMO: O torneio reuniu 21 campeões estaduais e o Santos, que defendia o título. A competição foi disputada em etapas eliminatórias, sendo que alguns clubes entravam direto em determinadas fases: Santos e Fluminense, por exemplo, representantes de São Paulo e da Guanabara, começaram a disputar o campeonato nas semifinais e fizeram somente quatro jogos em suas campanhas. Campeão, o Cruzeiro foi à Libertadores-67.




FICHA TÉCNICA DA FINAL
SANTOS 2 x 3 CRUZEIRO
Local: Estádio Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), em São Paulo
Data: 7 de dezembro de 1966
Árbitro: Armando Marques
Assistentes: Germinal Alba e Wilson Medeiros
Renda: NCr$ 65.146,00

Gols:
SANTOS: Pelé, aos 24, e Toninho, aos 26 minutos do primeiro tempo.CRUZEIRO: Tostão, aos 18, Dirceu Lopes, aos 28, e Natal, aos 44 minutos do segundo tempo.SANTOS: Cláudio; Lima, Oberdan, Haroldo e Zé Carlos; Zito e Mengálvio; Amauri (Dorval), Toninho, Pelé e Edu.
Técnico: Lula

CRUZEIRO: Raul; Pedro Paulo, William, Procópio e Neco; Wilson Piazza e Dirceu Lopes; Natal, Tostão, Evaldo e Hilton Oliveira.
Técnico: Aírton Moreira





terça-feira, 26 de novembro de 2013


     O Maior de Minas !!!!!!!!!!!!!!!


                           CRUZEIRO LANÇA CAMISA COMEMORATIVA AO TRICAMPEONATO BRASILEIRO !!!!!!!!!!!











    Oficialmente Campeão ja nesse Domingo é preciso essa combinação de Resultados ,pois na verdade Conquistando mais 3 Pontos o Único time que eventualmente Alcançaria o Cruzeiro isso se o Cruzeiro perder todos jogos e o Atlético Paranaense vencesse todos ,coisa que sabemos que nunca vai Acontecer ,na verdade penso que do jeito que as coisas andam ninguém mais alcança o Cruzeiro mesmo se perder todas , se não for Campeão nesse Domingo vai ser no Outro é questão de Horas levantar essa taça .Poderia  Ser Um Penta campeonato , se não fosse Dois senhores do Apito Armando Marques e Sandro Meira Ricci , que em outras ocasiões Roubaram descaradamente e tiraram 2 possíveis títulos do Cruzeiro Um em favor do Vasco e outro em favor do Corinthians que acabou beneficiando diretamente o Fluminense ,Mais É um Tri campeonato um Grande feito para o Cruzeiro  o único Clube capas de desbancar pela segunda vez os times do Eixo Rio São Paulo os grandes Protegidos da CBF , Imprensa e com Grandes poder Aquisitivo ,a emoção é muito Grande a Euforia da torcida é contaminante o Cruzeiro e Cruzeirenses hoje vive uma grande Festa ,a torcida delira com o Grande momento ,pois não só seremos "TRI CAMPEÃO" Como o time bate vários Recordes marcando literalmente nossa superioridade na Era de Pontos Corridos o Único time fora do Eixo a desbancar os poderosos , o único time a marcar 700 GOLS nas competições e possivelmente o Único Campeão a vencer todos os Participantes de uma mesma Edição PARABÉNS CRUZEIRO !!!!!!!!!!!










Jejum tabu Bahia Cruzeiro





No jogo de entrega da taça, Cruzeiro defenderá tabu de 18 anos sobre o Bahia
Equipe celeste não é derrotada pelo Tricolor desde abril de 1995 ou 13 partidas.


        
Em 2003, Cruzeiro venceu Bahia por 5 a 2!!!!!

O duelo entre Cruzeiro e Bahia, neste domingo, no Mineirão, será um dia de festa para a torcida celeste. O clube fará a comemoração do tricampeonato nacional com direito a distribuição gratuita de latas de cerveja e show com trio elétrico. Para a celebração ficar completa com triunfo em campo, a equipe contará com tabu de 18 anos.

O último revés cruzeirense contra o Bahia aconteceu em 28 de abril de 1995. Pela Copa do Brasil daquele ano, o Cruzeiro foi derrotado por 2 a 1, no estádio Pituaçu. Como havia vencido em casa por 1 a 0, o time celeste avançou na competição nacional. Desde a derrota naquele ano, os dois times se enfrentaram 13 vezes, com 11 vitórias cruzeirenses e dois empates.


Pelo Campeonato Brasileiro, a última vitória do Bahia sobre a Raposa aconteceu na edição de 1994. Em casa, o Tricolor venceu por 2 a 1. Raudinei e Paulo Emílio marcaram para os mandantes, enquanto Jean Carlo descontou.

Entrega DA TAÇA !!!! Muita FESTA!!!!!!!!!!!



O próximo domingo, data em que o Cruzeiro recebe o Bahia, às 17h (de Brasília), no Mineirão, será de festa para os campeões brasileiros, já que a partida contra os baianos marcará a entrega da taça do título ao time mineiro. Porém, a comemoração não vai parar por aí. A diretoria da Raposa já definiu um roteiro especial para a celebração cruzeirense, que incluirá a formação de um mosaico no anel superior do estádio, distribuição de réplicas de papelão do troféu e de escudos do clube, show de música baiana, trios elétricos, convidados especiais e distribuição de cerveja. Após a partida, o clube espera que a torcida lote duas avenidas no entorno do Mineirão e comemore mais uma vez a conquista do título brasileiro. Cerca de 60 mil cruzeirenses são esperados no estádio. A venda antecipada de ingressos para a partida começa nesta quinta-feira.

A festa deste domingo será, na verdade, a terceira vez que a torcida cruzeirense festeja o tricampeonato brasileiro. A primeira foi até antes da hora. Após a vitória contra o Grêmio, mesmo sem o time garantir matematicamente a conquista, houve festa. Começou com os jogadores no campo e se estendeu para outros pontos da cidade. Na rodada seguinte, a Raposa sacramentou o título após vencer o Vitória, em Salvador. A festa em Belo Horizonte começou naquela noite, varou a madrugada, continuou pela manhã com desfile dos jogadores em carro aberto e só foi terminar no início da noite. Neste domingo, haverá o terceiro capítulo.

Do lado de fora do Mineirão, haverá um balão com uma mensagem alusiva à conquista. Do lado de dentro, 1500 réplicas do troféu e outros 1500 escudos do clube serão distribuídos para os trocedores, antes do jogo. O departamento de marketing do clube ainda prepara um mosaico, também com uma mensagem alusiva ao título, para o anel superior do Mineirão. Ainda haverá uma queima de fogos de artifício na entrada do time em campo. Logo depois da partida, que também será encerrada sob fogos, começará a festa fora do Mineirão. As latas de cerveja, aproximadamente 100 mil, vão começar a ser distribuídas por volta das 19h30m. O show do cantor baiano Alexandre Peixe está marcado para 20h, após o protocolo de entrega da taça e a volta olímpica dentro do estádio. Às 22h, o show deve terminar. Duas surpresas do roteiro azul são guardadas a sete chaves pela diretoria.

Os jogadores já falaram da animação para domingo. Para o zagueiro Léo, o Cruzeiro tem mesmo que comemorar e fazer uma bela festa no Mineirão.

- O título antecipado faz com que a gente fique tranquilo. A gente tem essa expectativa de comemorar contra o Bahia, fazer a festa junto com os nossos torcedores e fazer o nosso melhor. Vamos comemorar bastante, porque um título é muito difícil, e a gente sabe do esforço e do suor de cada um para essa conquista. Vai ser uma grande festa.

O atacante Vinícius Araújo alertou sobre a necessidade de vencer no jogo da entrega da taça, já que, após conquistar o título do Brasileiro, o Cruzeiro apenas empatou com Ponte Preta e perdeu para o Vasco.

- Momento especial. A gente conquistou o título fora de casa. Então agora a gente vai receber diante da nossa torcida e tenho certeza que vai ser uma festa muito bonita. Agora, para completar a festa, a gente vai em busca da vitória no Mineirão.


FONTE: Globo Esporte

domingo, 24 de novembro de 2013

Em pouco tempo, Gilvan conseguiu recuperar o clube


A conquista do Campeonato Brasileiro 2013 marca o primeiro título do Cruzeiro após o fim da era Perrella, encerrada em 2011, quando Gilvan de Pinho, então apoiado pelo ex-presidente Zezé Perrella, assumiu o clube. O tricampeonato nacional é a primeira conquista da administração Gilvan, mas nem tudo foi festa no começo do seu mandato. Gilvan pegou o clube 'quebrado' financeiramente e mal na parte técnica.

A primeira missão foi livrar a Raposa do rebaixamento no Brasileirão de 2011, objetivo alcançado somente na última rodada do campeonato, com a histórica goleada de 6 a 1 sobre o Atlético. O ano seguinte também não seria fácil. Gilvan tinha que estancar a sangria financeira do clube e, ao mesmo tempo, montar uma equipe competitiva. E, aos poucos, conseguiu. Apesar de não brigar pelo título nacional em 2012, o clube não correu risco de queda. Fora de campo, conseguiu sair do vermelho. O caminho para voltar a brigar por títulos começava a se abrir.
"O caixa, quando eu assumi, todo mundo sabe disso, foi público e notório, faltou dinheiro para pagar os jogadores no primeiro mês da minha gestão. Nós tivemos que lutar contra isso, inclusive receitas de cotas de televisão e de patrocinadores de camisas já empenhadas (antecipadamente). Nós tivemos que enxugar a casa e diminuir os custos, para montar um time em 2012 para não ser rebaixado”, confessou o presidente na última quinta-feira, em entrevista ao Programa Bastidores.

A reviravolta do clube e a conquista começou com polêmica. Contrariando a maioria da torcida, Gilvan bancou a contratação de Marcelo Oliveira, técnico de ligação histórica com o Atlético.  Gilvan foi até ameaçado de morte por alguns torcedores, mas manteve-se firme.
Apesar de ter perdido o Campeonato Mineiro, o Cruzeiro fez um primeiro semestre promissor. No entanto, a torcida ainda mantinha desconfiança com relação ao desempenho do clube no Campeonato Brasileiro, competição com elevado nível técnico. Com a chegada de jogadores como o zagueiro Dedé e o atacante Willian, o time encaixou e deslanchou no Brasileirão. Empolgada, a torcida vestiu a camisa e passou a empurrar a equipe nos jogos disputados no Mineirão.

Confiante, o Cruzeiro assumiu a ponta definitivamente na 16ª rodada e não saiu mais do topo. O título desta quarta-feira coloca fim ao jejum de quase 10 anos sem uma conquista nacional e consagra a administração Gilvan.




Críticas de Perrella

No começo deste ano, o ex-presidente Zezé Perrella veio a público criticar a administração de Gilvan, que não queria negociar o argentino Montillo. “Gilvan alegou que não encontrou dinheiro no caixa e realmente não encontrou, mas o Cruzeiro nunca teve dinheiro em caixa, dinheiro sobrando. Se tivesse vendido o Montillo, todos os problemas estariam resolvidos”, destacou Zezé Perrella, em janeiro.

“Fiquei lá 17 anos sem nunca ter atrasado salário, se tivesse vendido o Montillo isso não teria acontecido. A administração Perrella ganhou 23 títulos com essa política (vender jogadores), porque quando você vende, consegue também comprar, nós nunca vendemos por achar bonito, mas por saber das dificuldades e eu nunca tive medo de torcedor. Eu fazia o que tinha de fazer para não atrasar salário”, disse Zezé, citando suas gestões e também a do seu irmão Alvimar de Oliveira Costa.

Por necessidade e pressão do próprio jogador, Gilvan negociou o argentino com Santos. No entanto, usou o dinheiro para investir em atletas com potencial, muito deles indicado pelo técnico Marcelo Oliveira. O meia Éverton Ribeiro e volante Nilton são alguns exemplos.



sábado, 23 de novembro de 2013

Parabéns, Marcelo Oliveira





Esse é um profissional que serve de exemplo para o mundo do futebol. Parabéns, Marcelo Oliveira, Nos Cruzeirenses  agradecemos!









Hino do Cruzeiro
Skank

Existe um grande clube na cidade,
Que mora dentro do meu coração.
E eu vivo cheio de vaidade,
Pois na realidade é um grande campeão.

Nos gramados de Minas Gerais,
Temos páginas heróicas e imortais,

Cruzeiro, Cruzeiro querido,
tão combatido, jamais vencido.

Existe um grande clube na cidade,
Que mora dentro do meu coração.
E eu vivo cheio de vaidade,
Pois na realidade é um grande campeão.

Nos gramados de Minas Gerais,
Temos páginas heróicas e imortais,

Cruzeiro, Cruzeiro querido,
Tão combatido jamais vencido