Contra o Bahia, no próximo domingo, às 17h, no Mineirão,
o Cruzeiro fará a sua última partida ao lado da torcida em 2013. O estádio foi
um aliado da equipe tanto no aspecto técnico como financeiro, pois além do
ótimo rendimento dentro de campo, com 93% de aproveitamento, o estádio também
teve papel importantíssimo para alavancar as receitas do clube.
Com a volta do Mineirão, o Cruzeiro pôde investir no
programa sócio torcedor e, hoje, já conta com quase 46 mil associados. Além
disso, a renda proporcionada pela bilheteria nos jogos do clube como mandante,
na temporada, a maioria deles no 'Gigante da Pampulha', é superior a vários
acordos comerciais.
Os dirigentes celestes trabalham com a ideia de ter
faturado pelo menos 60% dos mais de R$ 36 milhões, valor bruto das rendas, o
que significa que ao menos R$ 22 milhões entraram nos cofres celestes.
O cruzeirense também teve papel importante no projeto
sócio torcedor, que já proporcionou ao clube mais de R$ 30 milhões até o
momento. O gasto com despesas do programa é de 20%, o que representa um
faturamento de R$ 24 milhões com os associados. Ou seja, o torcedor já gerou em
lucros pelo menos R$ 46 milhões ao Cruzeiro. Este número é muito superior ao
patrocínio master da equipe, por
exemplo, que está na casa dos R$ 12 milhões.
O diretor de Marketing do Cruzeiro, Marcone Barbosa,
destaca a participação da torcida pelo sucesso em 2013. "O torcedor
cruzeirense foi, nessa temporada, o nosso principal investidor e patrocinador.
Os números que arrecadamos com bilheteria e sócio do futebol superaram os
diversos contratos de patrocínio, publicidade e até mesmo televisão",
disse Marcone Barbosa.
(Fonte: Uol)
Vamos jogar em casa, diante da torcida, e ninguém quer
perder, independente de ser festa. Vamos respeitar e fazer de tudo para fechar
essa festa com os três pontos”
(Ricardo Goulart)
Para Dagoberto, embora o objetivo seja vencer, um
resultado negativo contra o Tricolor Baiana não significará água no chopp do
Cruzeiro.
- Nós já fomos campeões. Já conquistamos. Não tem gosto a
mais ou a menos. Os problemas dos outros são dos outros. Vamos jogar com o
mesmo empenho e dedicação. Somos profissionais e estamos trabalhando para isso.
Quando chegarem as férias é outra coisa. Mas, por enquanto, não.







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